Quando o sambódromo foi construído, em apenas 120 dias, às vésperas do carnaval de 1984, a fábrica da Brahma estava em plena atividade e sua remoção era inviável. Por isso, no setor par foram construídos apenas três lances de arquibancadas. No lado ímpar, desobstruído, havia seis.
A simetria do projeto original não foi respeitada por causa da dificuldade em remover a fábrica. Apesar da desativação da cervejaria, o espaço continuou sendo usado para abrigar o camarote da Brahma.
Na década de 1990, a Prefeitura do Rio ensaiou pelo menos duas tentativas de derrubar o prédio e construir as arquibancadas, mas a obra foi descartada porque a área era tombada como patrimônio histórico.
Em 2009, porém, a mudança se tornou obrigatória ao ser incluída no projeto que alçou o Rio à sede da Olimpíada de 2016. A Prefeitura indicou o sambódromo como palco da chegada da maratona e da disputa de tiro com arco.
A reforma começou em junho de 2011 com a demolição da antiga fábricada cervejaria Brahma e o primeiro lance de arquibancadas que deram lugar a quatro novos blocos com arquibancadas e camarotes além de quatro novos blocos intermediários similares aos existentes do outro lado da passarela do samba. Cada novo bloco terá arquibancada com capacidade para 2.880 pessoas além de 48 camarotes com capacidade para 576 pessoas. As frisas, no pavimento térreo de cada bloco terão capacidade para 1194 pessoas cada.
Cada novo bloco intermediário terá 5 camarotes com capacidade para 60 pessoas capacidade será de 17.688 novos lugares. Estão previstos sanitários individuais para os camarotes.
A construção custou R$ 30 milhões, pagos pela AmBev (Companhia de Bebidas das Américas), dona da antiga fábrica. Em contrapartida, a empresa vai erguer, atrás das arquibancadas, um prédio de 18 andares - para abrigar hotel e salas comerciais.
A mudança, encerrada a apenas uma semana do desfile, vai permitir que o projeto original do arquiteto Oscar Niemeyer seja concluído.
Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo
A simetria do projeto original não foi respeitada por causa da dificuldade em remover a fábrica. Apesar da desativação da cervejaria, o espaço continuou sendo usado para abrigar o camarote da Brahma.
Na década de 1990, a Prefeitura do Rio ensaiou pelo menos duas tentativas de derrubar o prédio e construir as arquibancadas, mas a obra foi descartada porque a área era tombada como patrimônio histórico.
Em 2009, porém, a mudança se tornou obrigatória ao ser incluída no projeto que alçou o Rio à sede da Olimpíada de 2016. A Prefeitura indicou o sambódromo como palco da chegada da maratona e da disputa de tiro com arco.
A reforma começou em junho de 2011 com a demolição da antiga fábricada cervejaria Brahma e o primeiro lance de arquibancadas que deram lugar a quatro novos blocos com arquibancadas e camarotes além de quatro novos blocos intermediários similares aos existentes do outro lado da passarela do samba. Cada novo bloco terá arquibancada com capacidade para 2.880 pessoas além de 48 camarotes com capacidade para 576 pessoas. As frisas, no pavimento térreo de cada bloco terão capacidade para 1194 pessoas cada.
Cada novo bloco intermediário terá 5 camarotes com capacidade para 60 pessoas capacidade será de 17.688 novos lugares. Estão previstos sanitários individuais para os camarotes.
A construção custou R$ 30 milhões, pagos pela AmBev (Companhia de Bebidas das Américas), dona da antiga fábrica. Em contrapartida, a empresa vai erguer, atrás das arquibancadas, um prédio de 18 andares - para abrigar hotel e salas comerciais.
A mudança, encerrada a apenas uma semana do desfile, vai permitir que o projeto original do arquiteto Oscar Niemeyer seja concluído.
Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo


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